Silvia deve casar com Dorante, que nunca viu. Para o observar sem ser reconhecida, troca de lugar com a sua criada Lisette. Mas Dorante teve exatamente a mesma ideia e chega disfarçado de criado. Cada um apaixona-se então por quem julga ser um criado, e já não sabe o que fazer ao coração.
É a comédia mais célebre de Marivaux, um jogo muito subtil de máscaras e sentimentos. O autor chegou a dar uma palavra à língua francesa: o «marivaudage».
Escrita em diálogos vivos e curtos, lê-se facilmente na língua que está a aprender.



















