No seu laboratório, o doutor Raymond opera o cérebro de uma rapariga, Mary, para que ela possa ver o mundo escondido por trás do nosso, aquilo a que os Antigos chamavam «ver o deus Pã». Anos mais tarde, em Londres, homens da boa sociedade suicidam-se uns atrás dos outros, e uma mesma mulher parece ter-se cruzado de cada vez com eles.
Contada em fragmentos, como uma investigação, esta curta narrativa instala o medo aos poucos. Lovecraft admirava-a, e conta-se entre os grandes clássicos do fantástico.
Com a tradução sempre à vista, pode arrepiar-se na língua que está a aprender.



















